Bitcoin opera perto de US$ 61 mil depois de tocar o menor nível em quase dois anos
No início de julho de 2026, a criptomoeda chegou à região de US$ 58 mil, pressionada por saídas de ETFs, e se recuperou para cerca de US$ 61 mil.
O Bitcoin começou julho de 2026 sob pressão. A criptomoeda abriu o mês abaixo de US$ 60 mil e, em 1º de julho, era negociada perto de US$ 58,3 mil. Nesse período, ela chegou à região de US$ 58 mil, o menor patamar em cerca de 650 dias. Em 3 de julho, havia se recuperado para cerca de US$ 61 mil (aproximadamente R$ 326 mil), mas sem força para uma alta maior.
O que pressionou o preço
O principal fator citado foram as saídas de recursos dos ETFs de Bitcoin, os fundos negociados em bolsa que compram a criptomoeda e se tornaram uma das principais portas de entrada de investidores institucionais. Quando esses fundos registram resgates, precisam vender Bitcoin, o que pesa sobre o preço.
Volatilidade é a regra
Quedas e altas de dezenas de pontos percentuais em poucos meses são comuns no mercado de criptomoedas. Isso não significa que o ativo não possa ter espaço numa carteira, mas exige alguns cuidados:
- Tamanho da posição: invista apenas uma pequena parcela do patrimônio, um valor que você aceitaria ver cair pela metade sem comprometer seus objetivos.
- Base primeiro: reserva de emergência e renda fixa antes de qualquer exposição a cripto.
- Onde comprar: ETFs de cripto listados na B3 e corretoras com operação regular no Brasil reduzem riscos operacionais em relação a plataformas desconhecidas.
Cuidado com promessas
O mercado cripto também é terreno fértil para golpes: "robôs" que prometem rendimento fixo, pirâmides disfarçadas de investimento e plataformas que somem com o dinheiro. Eu mesmo perdi tudo o que coloquei numa empresa de robôs de trade (conto essa história na página Sobre). Nenhum investimento legítimo garante retorno alto e constante.